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Olá amig@s,

Ontem fiz o Panetone com a farinha de banana verde e fiquei tão feliz com o resultado que arrisquei fazer um pão hoje. Na minha opinião este pão lowcarb é o pão que mais têm gosto de pão que já comi até hoje... Acho legal também que vocês leiam sobre a farinha de banana verde seus carboidratos e seus benefícios logo abaixo da receita.




 Ingredientes
  
1 + 1/4 de xícara de farinha de banana verde
3/4 de xícara de farinha de amêndoas
3 colheres de sopa de psyllium
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 colher de sopa de creme de leite
1 colher de sopa fermento biológico granulado (para pão)
1 xícara de água fervendo (mais 3 colheres de sopa se necessário)
1/2 colher de chá de sal
1 colher de chá de fermento em pó químico (opcional)
 
 Preparo

1. Misture bem a farinha de banana verde, a farinha de amêndoas, o psyllium, fermento biológico e o sal.




Eu misturei na máquina de fazer pão, mas você pode fazer tranquilamente a mão, sovando bem e deixando crescer, vai ficar igual.

2. Coloque em uma tigela (ou na máquina de fazer pão) a água fervendo,
 a manteiga e o creme de leite.


3. Adicione os ingredientes secos misturados sobre os líquidos;



4.  Amasse bem por meia hora ou ligue a máquina na modalidade pão.
5. Deixe crescer em um local quente e escuro cobrindo com um pano a tigela.




Como não usamos açúcar na massa, o fermento biológico faz crescer um pouco apenas (lembrando que o fungo do fermento se alimenta da glicose para reagir). Por isso, antes de levar ao forno, acrescente o fermento em pó. Misture bem e faça o pão no formato que desejar: redondo, bisnaga, ciabata ou apenas coloque numa fôrma.

6. Leve ao forno pré-aquecido a 200° por 35 minutos.



 Este é o resultado!!! O sabor é inigualável...


Fases: PPC e Manutenção.



Sobre a Farinha de Banana Verde...

A banana verde é rica em um tipo de carboidrato chamado amido resistente, sendo, portanto, uma ótima fonte de energia. Na banana  madura, o amido é convertido em açúcares, em sua maioria glicose, frutose e sacarose, dos quais 99,5% são 
fisiologicamente disponíveis.
 O amido resistente apresenta comportamento parecido com a fibra alimentar (prebiótico). Não é digerido e absorvido pelo organismo. Uma de suas funções é estimular a proliferação das bactérias benéficas (probióticas) do intestino, além de manter a integridade da parede intestinal. O processo de digestão e absorção dos nutrientes é otimizado, evitando assim a entrada de substâncias prejudiciais ao organismo. Dessa maneira, o amido resistente pode ser considerado um alimento funcional. No intestino grosso ele sofre fermentação bacteriana, produzindo ácidos graxos de cadeia curta e alimentando as bactérias probióticas.
 Atuando na regulação intestinal, pode melhorar quadros de diarreia e constipação, além de prevenir o aparecimento de doenças como o câncer de intestino. Diabéticos são outros beneficiados pelo consumo da banana verde, especialmente a biomassa de banana verde que falarei a seguir. A banana verde possui baixo índice glicêmico, ou seja, a quantidade de glicose liberada no sangue é lenta, evitando picos de glicemia e regulando os níveis séricos de glicose.

 A banana verde também é muita usada para redução do peso, já que aumenta a saciedade. Também é usada para redução do colesterol e triglicérides. Hoje em dia, a farinha de banana verde já é facilmente encontrada em lojas de produtos naturais, alguns supermercados, farmácias. Outra opção é a biomassa de banana verde, constituída pela polpa da banana verde cozida. A biomassa foi criada no intuito de aproveitar a casca da fruta e melhorar ainda mais os efeitos da banana verde. Essa biomassa pode ser utilizada no preparo de subprodutos como a farinha, e na confecção de bolos, biscoitos, iogurtes, molhos, sucos.

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