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Boa noite amig@s,

Muita gente me pergunta qual marca de cacau eu uso, ou qual é a melhor. Já há algum tempo estou juntando material e fotos para falar sobre o cacau e finalmente posso fazer este post que no mínimo podemos chamar de "saboroso". Espero que ajude..

Organizei aqui as principais marcas (na minha opinião) e por ordem de melhor (menos carbos) e pior (mais carbos).

 And the Oscar goes to…



Número 1

Cacau Callebaut Plein Arôme
Média de preço: 43,00/kg
Carbos/20g: 2,6g


Número 2
Cacau em pó Mavalério Linha Gourmet
Média de preço: 32,00/kg
Carbos/20g: 3,6g


Número 3
Cacau em pó Flor da Terra
Média de preço: 
Carbos/20g: 3,6g


Número 4
Cacau em pó 100% Harald Melken
Média de preço: 45,00/kg
Carbos/20g: 5,5g


Número 5
Cacau em pó Apti sem açucar
Média de preço: 40,00/kg
Carbos/20g: 10g



Número 6
 Cacau em pó Garoto sem açucar
Média de preço: 40,00/kg
Carbos/20g: 10g


 Número 7

 Cacau em pó Mãe Terra
Média de preço: 29,00/kg
Carbos/20g: 10g

Lembrando que na nossa dieta não usamos chocolate em pó, segue alguns exemplos comuns encontrados no mercado!!!

 Número 8
 Chocolate em pó 50% cacau Choco Leite
Média de preço: 10,00/kg
Carbos/20g: 12g



Número 10

Chocolate em pó solúvel 50% cacau
Média de preço: 45,00/kg
Carbos/20g: 12g


Sobre o cacau:

Os primeiros pés de cacau apareceram há milhões de anos na floresta amazônica, entre dois grandes rios situados ao norte da América do Sul: o Orenoco – que nasce nas Guianas e se estende por boa parte do território venezuelano – e o gigantesco Amazonas, cuja bacia abrange vários países, além do Brasil: Colômbia, Venezuela, Bolívia, Equador, Guiana e Peru. Depois, correntes migratórias nativas levaram a planta para a América Central, onde se desenvolveu a civilização maia e, mais adiante, até o México, onde habitaram os astecas.
Alguns filólogos – estudiosos de idiomas – afirmam que a palavra de chocolate surgiu do termo xocolatl, que pertencia à língua falada pelos antigos astecas. Contudo, alguns historiadores argumentam que a palavra original era cacahuatl. O problema é que caca em espanhol tem significado pouco apetitoso. Por isso, os colonizadores teriam rebatizado juntando outras duas palavras nativas: choco (“amargo” em maia) e atl (água em asteca).


 Quando as caravelas espanholas apareceram pela primeira vez na linha do horizonte, os astecas acreditaram que estavam assistindo ao cumprimento de uma antiga profecia religiosa: a volta à terra do deus Quetzalcóatl, a serpente sagrada, que teria originalmente trazido o cacau do mundo das divindades para o mundo dos homens. Os historiadores afirmam que, ao confundir o colonizador Fernando Cortez com Quetzalcóatl, os astecas o receberam de braços abertos. Quando viram que estavam enganados já era tarde demais. Durante o processo de conquista, os espanhóis destruíram a complexa civilização nativa. E levaram o chocolate para a Europa.

A introdução do cacau na Europa foi, em geral, cercada de grande curiosidade e entusiasmo por parte da nobreza. Mas é verdade que houve quem visse propriedades malignas naquela bebida de cor escura, inventada por nativos do outro lado do Atlântico. A própria Madama de Sevigné, cortesã e escritora francesa que era apaixonada pela bebida, chegou a escrever a respeito de um hipotético – e obviamente falso – efeito colateral do chocolate. Segundo uma carta escrita por ela, uma conhecida aristocrata da corte, a Marquesa de Coetlogon, exagerara no consumo do produto durante a gravidez. “Ela deu à luz a um garotinho preto como o demônio”, horrorizou-se Madame de Sevigné.

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