Dúvida de centenasss de pessoas né?
A querida Nutricionista Adriana Nunes ajuda a gente!!!
Lembrando que ela atenderá em São Paulo dia 18 de Setembro na Vila Mariana, e quem quiser marcar, pode fazer pelo próprio Portal Nutricional dela, AQUI
Mas enfim, o que será que emagrece mais???
Sempre lembrando que cada pessoa é única e que suas particularidades devem ser SEMPRE respeitadas!
O que emagrece mais: dieta ou exercício?
Se você não tem certeza se o negócio é malhar ou fechar a boca para afinar mais,
siga a sua intuição
siga a sua intuição
– coisa fácil para nós, mulheres, que temos o sexto sentido apurado. A sugestão tem
respaldo científico:
respaldo científico:
uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, divulgada em janeiro,
constatou que quem acredita que a briga com a balança está relacionada à comida
vai se dar bem se adotar uma alimentação equilibrada. Já aquelas que desconfiam
que o sedentarismo é o principal responsável pelo excesso de peso têm melhor
resultado se pegar firme na malhação.
constatou que quem acredita que a briga com a balança está relacionada à comida
vai se dar bem se adotar uma alimentação equilibrada. Já aquelas que desconfiam
que o sedentarismo é o principal responsável pelo excesso de peso têm melhor
resultado se pegar firme na malhação.
Os especialistas entrevistados nesta reportagem
concordam com o estudo e afirmam que conhecer o
próprio corpo é o primeiro passo para chegar mais
rápido ao peso desejado. Porém, até mesmo os
concordam com o estudo e afirmam que conhecer o
próprio corpo é o primeiro passo para chegar mais
rápido ao peso desejado. Porém, até mesmo os
experts em atividade física reconhecem que, quando o
assunto é agilizar o emagrecimento, a dieta leva
vantagem. “A conta é simples:
assunto é agilizar o emagrecimento, a dieta leva
vantagem. “A conta é simples:
Para se livrar de 1 quilo de gordura corporal é necessário
queimar cerca de 7 mil calorias, o que só é conseguido entre 12 e 14 horas de
treinamento intenso”, calcula o médico do esporte Jomar Souza, presidente
da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), de Salvador.
queimar cerca de 7 mil calorias, o que só é conseguido entre 12 e 14 horas de
treinamento intenso”, calcula o médico do esporte Jomar Souza, presidente
da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), de Salvador.
Em outras palavras, é mais fácil "fechar a boca" e não ingerir em fração de segundos
as cerca de 400 calorias fornecidas por uma fatia fina de pavê de chocolate ou cinco
biscoitos recheadas do que eliminá-las em 40 minutos de corrida, jump ou spinning.
“É importante ressaltar que o gasto calórico numa atividade física nem sempre é o
mesmo para todo mundo. Dependendo do exercício e do condicionamento físico,
uma pessoa que está no peso saudável, por exemplo, pode eliminar até 700
as cerca de 400 calorias fornecidas por uma fatia fina de pavê de chocolate ou cinco
biscoitos recheadas do que eliminá-las em 40 minutos de corrida, jump ou spinning.
“É importante ressaltar que o gasto calórico numa atividade física nem sempre é o
mesmo para todo mundo. Dependendo do exercício e do condicionamento físico,
uma pessoa que está no peso saudável, por exemplo, pode eliminar até 700
calorias em uma hora enquanto uma obesa ou com sobrepeso pode chegar a 300,
pois não consegue manter o ritmo ou executar os movimentos corretamente”, avisa o
fisiologista do esporte Paulo Zogaib, do departamento de fisiologia do esporte da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
pois não consegue manter o ritmo ou executar os movimentos corretamente”, avisa o
fisiologista do esporte Paulo Zogaib, do departamento de fisiologia do esporte da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A afirmação é endossada por um levantamento feito pelo Centro Pennington de
Pesquisa Biomédica, nos Estados Unidos, publicado em outubro de 2012
no jornal científico Obesity Reviews. Depois de analisar 15 trabalhos científicos que
envolviam 657 pessoas, os pesquisadores descobriram: aquelas que não alteraram a
dieta, mas correram ou caminharam de três a 64 semanas, apresentaram uma perda de
peso inferior ao esperado, em torno de 2 a 3 quilos.
Pesquisa Biomédica, nos Estados Unidos, publicado em outubro de 2012
no jornal científico Obesity Reviews. Depois de analisar 15 trabalhos científicos que
envolviam 657 pessoas, os pesquisadores descobriram: aquelas que não alteraram a
dieta, mas correram ou caminharam de três a 64 semanas, apresentaram uma perda de
peso inferior ao esperado, em torno de 2 a 3 quilos.
Um mais um é mais que dois...
Tudo bem que o placar é a favor da reeducação alimentar, mas os especialistas, inclusive
os de nutrição, são unânimes em afirmar que combinar dieta e ginástica é a forma mais
saudável de perder peso. A nutricionista Cinthia Azevedo de Souza, supervisora de
nutrição da Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, explica o porquê: “Enquanto a
comida atende às necessidades energéticas e nutricionais do organismo, os exercícios
ativam o metabolismo e favorecem a queima das calorias acumuladas em forma de
gordura”. Isso sem contar os outros benefícios, como deixar as coxas e o bumbum mais
firmes, diminuir os pneuzinhos e a celulite, regular os níveis de glicemia, colesterol,
os de nutrição, são unânimes em afirmar que combinar dieta e ginástica é a forma mais
saudável de perder peso. A nutricionista Cinthia Azevedo de Souza, supervisora de
nutrição da Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, explica o porquê: “Enquanto a
comida atende às necessidades energéticas e nutricionais do organismo, os exercícios
ativam o metabolismo e favorecem a queima das calorias acumuladas em forma de
gordura”. Isso sem contar os outros benefícios, como deixar as coxas e o bumbum mais
firmes, diminuir os pneuzinhos e a celulite, regular os níveis de glicemia, colesterol,
triglicérides e pressão arterial, aumentar o pique e a sensação de bem-estar – que, vamos
combinar, é um ingrediente e tanto para que você continue motivada a seguir em frente no
seu plano de emagrecimento.
Mas se você ainda não se convenceu de que a melhor saída é apostar na dupla
alimentação e ginástica, vamos aos números: para perder 1 quilo por semana apenas
com dieta é necessário cortar cerca de mil calorias por dia do cardápio. Agora,
se a opção for malhar, vai ter que arranjar um modo de gastar mil calorias a mais por dia.
Porém, se aliar as duas coisas, você tem direito a comer um pouco mais e suar um pouco
menos. “Além disso, fazer uma reeducação alimentar em detrimento da atividade física
ou vice-versa aumenta o risco do benefício ser temporário”, adianta o nutrólogo
Ricardo Rosenfeld, chefe da equipe de terapia nutricional da Casa de Saúde São José,
no Rio de Janeiro, e vice-presidente da Federação Latino-Americana de Metabolismo e
Nutrição (Felanpe).
alimentação e ginástica, vamos aos números: para perder 1 quilo por semana apenas
com dieta é necessário cortar cerca de mil calorias por dia do cardápio. Agora,
se a opção for malhar, vai ter que arranjar um modo de gastar mil calorias a mais por dia.
Porém, se aliar as duas coisas, você tem direito a comer um pouco mais e suar um pouco
menos. “Além disso, fazer uma reeducação alimentar em detrimento da atividade física
ou vice-versa aumenta o risco do benefício ser temporário”, adianta o nutrólogo
Ricardo Rosenfeld, chefe da equipe de terapia nutricional da Casa de Saúde São José,
no Rio de Janeiro, e vice-presidente da Federação Latino-Americana de Metabolismo e
Nutrição (Felanpe).
A única cilada do mix dieta e fitness que muitas mulheres caem é superestimar o total de
calorias queimado durante os exercícios e subestimar o tanto que comem.
calorias queimado durante os exercícios e subestimar o tanto que comem.
Resultado: elas se dão ao direito de comer mais do que deveriam só porque malham.
Para fugir dessa roubada, a psicóloga do esporte Sâmia Hallage, da seleção brasileira
de vôlei de praia masculino, de São Paulo, ensina uma regra: “Tenha sempre em
mente a quantidade real de calorias que você ingere e quanto cada atividade física
é capaz de queimar”. Depois, é só cruzar os dados de forma que sempre haja um saldo
negativo de calorias. “Estabelecer metas e pensar no corpo que deseja alcançar, e não
num prato delicioso ou no cansaço gerado pelo exercício, também é uma estratégia
para continuar no processo de perda de peso.” É a troca do prazer imediato
de vôlei de praia masculino, de São Paulo, ensina uma regra: “Tenha sempre em
mente a quantidade real de calorias que você ingere e quanto cada atividade física
é capaz de queimar”. Depois, é só cruzar os dados de forma que sempre haja um saldo
negativo de calorias. “Estabelecer metas e pensar no corpo que deseja alcançar, e não
num prato delicioso ou no cansaço gerado pelo exercício, também é uma estratégia
para continuar no processo de perda de peso.” É a troca do prazer imediato
pelo prazer a longo prazo – que vale muito mais a pena!
Qual a é a dieta que bate o exercício?
A resposta está na alimentação equilibrada. “Aquela que inclui de tudo um pouco para garantir todos os nutrientes que o organismo precisa”, diz Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. O resultado que você vê no espelho também tem muito a ver com a qualidade do que come. Ou seja, além de cortar calorias, é importante trocar os carboidratos refinados pelos integrais e dar mais espaço no prato para as proteínas magras e as gorduras boas, além de consumir frutas, verduras e legumes variados. Para quem sabe de tudo isso, mas na hora do desespero apela para dietas restritivas, a professora de educação física Carolina Magalhães, do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (Cepeusp), avisa: “Você até pode emagrecer rapidamente, mas não consegue levar o plano por muito tempo,o que é frustrante”. Outro ponto negativo do regime radical é que a pessoa tende a
entrar num estado de privação, em que sente vontade de comer desesperadamente
sempre que surge uma brecha. “Isso sem contar que o metabolismo fica lento. Daí, ao
voltar para a alimentação convencional, é mais fácil recuperar o peso perdido ou
muito mais”, conclui a psicóloga do esporte Sâmia Hallage.
sempre que surge uma brecha. “Isso sem contar que o metabolismo fica lento. Daí, ao
voltar para a alimentação convencional, é mais fácil recuperar o peso perdido ou
muito mais”, conclui a psicóloga do esporte Sâmia Hallage.







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